O projeto foi organizado pela Dra. Gisele Truzzi e pelo Marcelo Nogueira Mallen da Silva, publicado pela editora Brasport. Participaram do e-book, como co-autores, a Gisele Truzzi, Marcelo Nogueira Mallen da Silva, Gabriela Barreto, Edison Fontes, Erasmo Guimarães, Higor Vinícius Nogueira Jorge, Ana Paula Moraes Canto de Lima, Anchises Moraes (eu!!!), Leonardo Serra de Almeida Pacheco, Beatriz Pistarini, Sílvia Pucci e Paloma Mendes Saldanha.
Blog para contar as aventuras e desaventuras de pessoas que trabalham em Home Office.
terça-feira, 12 de janeiro de 2021
E-Book Pandemia e Tecnologia – Impactos jurídicos, psicológicos, sociais e tecnológicos do novo contexto em que vivemos
O projeto foi organizado pela Dra. Gisele Truzzi e pelo Marcelo Nogueira Mallen da Silva, publicado pela editora Brasport. Participaram do e-book, como co-autores, a Gisele Truzzi, Marcelo Nogueira Mallen da Silva, Gabriela Barreto, Edison Fontes, Erasmo Guimarães, Higor Vinícius Nogueira Jorge, Ana Paula Moraes Canto de Lima, Anchises Moraes (eu!!!), Leonardo Serra de Almeida Pacheco, Beatriz Pistarini, Sílvia Pucci e Paloma Mendes Saldanha.
terça-feira, 5 de janeiro de 2021
Retrospectiva: o Home Office em 2020
- Videoconferência: Elas estiveram presentes quase o tempo todo e nos ajudaram a segurar as pontas: no trabalho, nas aulas online, nas festas e happy hours, cursos e palestras. Enquanto nos adaptávamos ao uso e gafes nas videoconferências, o Zoom bombou em 2020 (apesar de seus problemas de segurança, que fizeram algumas empresas banir seu uso por algum tempo);
- Home Office: De repente, tivemos que adotar o trabalho remoto, as pressas. Muitas pessoas tiveram que improvisar, pela falta de equipamento e infra-estrutura inadequada em casa. Mas a sua adoção foi muito positiva para as empresas, e certamente veio para ficar - provavelmente em um modelo híbrido;
- Delivery: Mesmo para quem nunca tinha comprado online, o fechamento dos comércios e a necessidade de isolamento social obrigou muita gente a aderir ao e-commerce e ao delivery de comida através de aplicativos. Assim como os consumidores, muitas lojas e restaurantes acabaram aderindo ao comércio eletrônico, em mais um movimento que promete não ter volta;
- Computação em Nuvem: A migração para o Home Office também acelerou a adoção de tecnologias de processamento e armazenamento em nuvem. Essa grande demanda trouxe problemas também: assim como usuários tiveram dificuldade de acesso a Internet, as operadoras de telecom tiveram um aumento inesperado no tráfego de seus clientes, e as próprias empresas provedoras de serviços em nuvem também apresentaram problemas e intermitência no decorrer do ano;
- Cansaço do virtual: A grande dependência e uso excessivo das tecnologias também causou uma fadiga entre as pessoas, com seu uso por horas a fio. Apesar de possíveis problemas de saúde, certamente vamos nos adaptar e criar novos hábitos para interação social.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2020
Retrospectiva: As frases mais ouvidas no Home Office em 2020
- “Vocês estão me escutando?”
- “Vocês estão vendo a minha tela?”
- “Desculpe, meu microfone estava em mudo”
- “Fulano, seu microfone está mutado”
- “Hoje a minha Internet está péssima”
segunda-feira, 23 de novembro de 2020
Os impactos negativos do Home Office durante a Pandemia
- As pessoas começaram a trabalhar mais durante a pandemia (até 2 horas por dia na Europa e 3 horas nos EUA);
- Uso de espaços improvisados (sofá, cadeira da cozinha, etc);
- Acúmulo de tarefas de trabalho, cuidados com a família e rotinas domésticas;
- Stress crônico devido a sensação de falta de descanso;
- "Fadiga do Zoom" e esgotamento com o excesso de eventos e reuniões online;
- Impacto negativo nos hábitos alimentares e na rotina de exercícios;
- Sentimento de solidão e isolamento do ambiente de trabalho e suas interações sociais;
- 39% dos entrevistados se sentem solitários;
- 30% se confessam estressados pela ausência de momentos de descontração no trabalho;
- 20% sentem-se inseguros porque têm dificuldades em saber o que está acontecendo com seus colegas de trabalho e a empresa onde trabalham;
- 43% dos entrevistados estão se exercitando menos;
- 33% disseram ter o sono afetado negativamente;
- 68% dos brasileiros que estão em casa têm trabalhado pelo menos uma hora a mais por dia, com alguns profissionais chegando a trabalhar até quatro horas a mais por dia (21%);
- 24% se sentem pressionados a responder mais rapidamente e estar online por mais tempo do que normalmente estariam;
- 18% acreditam que precisam se mostrar ocupados com o trabalho devido ao medo de perder o emprego.
Embora a presença constante da família seja um desafio do trabalho home office que está diretamente ligado às circunstâncias da pandemia, é importante levar em conta outros desafios que podem aparecer, como a solidão, a dificuldade de se distanciar das redes sociais e a ameaça da procrastinação.
terça-feira, 10 de novembro de 2020
Ergonomia no home office durante a pandemia
O portal 6 Minutos publicou um artigo sobre a importância de cuidados com a ergonomia no ambiente de trabalho em casa, mostrando que a falta de cuidado pode causar dores e problemas de saúde.
Segundo a reportagem, os ortopedistas identificaram um aumento considerável no número de pacientes que passaram a relatar dores nas mãos, braços, ombros e no pescoço desde o início da pandemia, consequência de problemas como tendinite, lesões por esforço repetitivo (LER), lombalgia e cervicalgia, além de dores e inchaços nas mãos e nos pulsos. Estes problemas, relacionados à postura inadequada e ao excesso de tempo em frente a teclados, estão aumentando por causa da mudança emergencial para o home office, sem que houvesse tomado os cuidados relacionados aos princípios básicos de ergonomia.
A reportagem destaca: "Em geral, as pessoas tiveram que enfrentar a situação com as condições que tinham – incluindo a necessidade de compartilhar os espaços da casa com os outros moradores". Como a necessidade de isolamento social e trabalho remoto está se extendendo por vários meses, desde Março deste ano, os impactos na saúde estão aparecendo.
O artigo do 6 Minutos destaca que os dois principais cuidados negligenciados pelos trabalhadores em regime de home office estão relacionados ao uso de uma cadeira imprópria e a altura inadequada da tela do computador.
O artigo apresenta seis recomendações para prevenir os problemas de saúde relacionados a postura durante o trabalho:- Invista no conforto do ambiente de trabalho em casa, comprando uma cadeira apropriada, com design ergonômico (ex: regulagem de altura, apoio para os braços e encosto alto e confortável), posicione o computador e monitor para que a tela fique na altura dos olhos e tenha uma mesa na altura adequada (entre 64 cm e 74 cm);
- Vigie a sua postura durante o trabalho, incluindo espaço na mesa para apoio para os braços, manter os ombros relaxados e os pés com as palmas plantadas no chão;
- Dê "respiros" ao corpo, com paradas breves para descanso, alongamento ou uma pequena caminhada. O artigo sugere, por exemplo, dividir as tarefas domésticas ao longo do dia;
- Controle seu tempo de trabalho, com horários padrões para início e término do trabalho, além das pausas para almoço e descanso;
- Combata o sedentarismo, mantendo uma rotina de exercícios e atividades físicas;
- Cuide da saúde mental, e não se esqueça de relaxar, praticar hobbies e relaxar a mente.
Para saber mais:
- Ergonomia: o que home office tem a ver com o aumento de casos de dores pelo corpo
- Aqui no blog: Ergonomia em casa
quinta-feira, 5 de novembro de 2020
Cartilha sobre Segurança Jurídica e da Informação para o trabalho remoto
A cartilha “Trabalho Remoto – Recomendações para a Garantia da Segurança Jurídica e da Informação" é bem completa e bem feita, foi disponibilizada online para download (gratuito) em http://bit.ly/CARTILHAtrabalhoremoto.
- Adequação dos Aspectos Jurídicos:
- Contratos de trabalho (CLT e PJ);
- Contratos de prestação de serviço com fornecedores e terceiros;
- Contratos com clientes
- Termos de confidencialidade
- Acordos de Nível de Serviço
- Controles básicos de Segurança da Informação
- Política de Segurança
- Normas de acesso a informação
- Normas de acesso remoto
- Norma de gestão de incidentes
- Normas de uso da Internet e correio eletrônico
- Política de tratamento de dados pessoais
- Norma de gestão de riscos
- Norma de classificação da informação
- Norma de uso de equipamentos
- Armazenamento de informação
- Reunião remota
- Treinamento e comunicação
terça-feira, 8 de setembro de 2020
Estatísticas de adoção do Home Office na Pandemia
Graças a pandemia do novo Coronavírus, o trabalho remoto se tornou uma alternativa ao trabalho presencial, para que assim as empresas conseguissem manter suas atividades apesar da necessidade de respeitar o regime de quarentena e distanciamento social.
Esse novo cenário também veio acompanhado de diversas estatísticas sobre a adoção do Home Office durante o período de pandemia:
- Segundo levantamento da Organização Internacional do Trabalho (OIT), até abril de 2020 59 países adotaram a alternativa do teletrabalho.
- Segundo um estudo do IPEA (notícia), o teletrabalho é possível para 22,7% das ocupações no Brasil, com variações significativas entre os estados e os tipos de atividades ocupacionais. O estudo foi aplicado a 86 países, aonde o Brasil ocupou a 47ª posição. Foi identificado que as economias de baixa renda têm uma parcela menor de trabalho que podem ser realizados remotamente.
- Os maiores percentuais de probabilidade de teletrabalho estão nos grupos profissionais das ciências e intelectuais (65%), diretores e gerentes (61%) e trabalhadores de apoio administrativo (41%);
- Grupos com baixo potencial de teletrabalho incluem os trabalhadores dos serviços, vendedores dos comércios e mercados, com 12%, e os trabalhadores qualificados, operários e artesãos da construção, das artes mecânicas e outros ofícios, com 8%;
- A probabilidade de teletrabalho estimada em 0% atinge os membros das Forças Armadas, policiais e bombeiros militares, , assim como operadores de instalações e máquinas e montadores, ocupações elementares e trabalhadores qualificados da agropecuária, florestais, da caça e pesca;
- O IPEA analisou os resultados da "Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Covid-19", do IBGE, e destacou que, entre outras coisas, 11% das pessoas ocupadas e não afastadas no país ao longo de 2020 estavam exercendo suas atividades de forma remota. Esses trabalhadores foram majoritariamente compostos por pessoas com escolaridade de nível superior completo e do setor privado;
- Segundo o Ministério da Economia, 360 mil servidores públicos federais foram colocados na modalidade de teletrabalho, o que representa 63% do total da força de trabalho da Administração Pública Federal.
- O governo federal reduziu em R$ 466 milhões as despesas com a adoção do teletrabalho dos servidores. O levantamento considera cinco itens de custeio administrativo, analisados no período de abril a junho de 2020: gastos com deslocamentos e viagens a serviço (queda de 67,5%), serviços de comunicação (Correios) (-63,1%), gastos com energia elétrica (-22,4%), com água e esgoto (-10,3%) e os gastos com cópias e reproduções de documentos (queda de 36,1%).
- Segundo uma pesquisa realizada pela Pulses, mesmo durante a pandemia 78% dos brasileiros se sentem mais produtivos trabalhando remotamente
- Segundo um estudo do professor André Miceli da FGV, a tendência é que o modelo de home office cresça cerca de 30% no Brasil após a pandemia.






